Thursday, November 8, 2007
Wednesday, October 31, 2007
Gostaria de vos saudar a todos com estas palavras de Hellen Keller:
" As melhores e mais bonitas coisas neste mundo não podem ser vistas nem ouvidas, mas precisam de ser sentidas com o coração".
Dedico-vos este POST com toda a minha amizade, aos seguintes amigos, para que o coloquem, nos vossos cantinhos tão especiais para mim.

MARIA FAIA do Querubimperegrino
JOSÉ GONÇALVES do Porentremontesevales
SOPHIA do Sophiamar
ELL do Bichodeconta
MIGUEL do Matilde e Companhia
BELISA do Estrela no Céu
FERNANDA do Vento debaixo das minhas asas
MARINA do Universos Paralelos
MARIA do Citizen Mary
Vinte e Dois do Azul e Verde e do Quem pagou o meu café
A COR DO MAR
PA do Cenoura do Lado
MARUCA com L do Amor e Carinho qb
Um grande abraço com amizade da MARA
Tuesday, October 23, 2007

Quando fores
Um dia à noite na praia
Pensar coisas entre os sons do mar
Misturando os passos calmos
Com pegadas vazias de gaivotas
Lembra-te de mim
Diz o meu nome ao vento e chama
Como se esperasses como se eu pudesse
Chegar no meu sorriso habitual
Minha saia húmida do descuido
Das ondas que também frias amei
Hei-de estar
Contigo à noite na praia
Escondida em vento em algas dando passos
Entre também os passos das gaivotas
Estarei a teu lado
Triste por ter ido antes do sonho
Acordada sempre para a tua voz
Quando chamas
E és meu amigo como dantes
Sei coisas deste lado e vou dizer-tas
Em cada noite na praia
Sem que saibas se as palavras
Sou eu que as digo ou o se vento
As traz de qualquer sítio longe
É assim uma luz que eu sei e cabe
Melhor em palavras se é de noite
E na praia dizes o meu nome
PAULO GERALDO
Monday, October 22, 2007


Mais crianças do pré-escolar, 1.º e 2.º ciclos envolvidas em actividades de leitura, mais projectos de promoção da leitura em bibliotecas públicas e escolares, protocolos com fundações e associações...)
Fonte: Público Data: 22-10-2007 Autor: Bárbara Wong Tema: Sociedade
Friday, October 19, 2007

O estojo onde me sinto confortável, o teu ninho de comodidade... Não me incomodes e eu não te incomodo. Faz o que quiseres desde que não me pises. E não te metas na minha vida...
Mas a verdade é que não é possível fazer seja o que for com pessoas, tendo isto como fundamento.
Aquilo que juntou os homens não foram os direitos. Os homens não fizeram aldeias, vilas e cidades para virem a ter direitos. Fizeram famílias porque amavam, e o amor conduz naturalmente à união. E as famílias juntaram-se a outras famílias para virem a ser uma família maior. Para se protegerem uns aos outros. Para tornarem mutuamente mais agradável os anos passados no planeta. Porque é fantástico termos ao nosso lado muitas pessoas que nos ajudam a crescer e a quem podemos tornar felizes.
O problema agora é que os homens já não percebem por que vivem juntos. Prezaram um certo tipo de independência - que é uma maneira de serem sozinhos. Tendo esquecido por que razão se juntaram, estorvam-se uns aos outros. São rivais: nas filas de trânsito, no supermercado, no trabalho. Na família. Há muitos que se sentem incomodados simultaneamente pelo facto de terem pais e pelo facto de terem filhos...
Aquele que envelheceu e já não pode valer-se a si mesmo é um incómodo para o que ainda não envelheceu. Aquele que fuma é um estorvo para o que não fuma. E aquele que não fuma estorva o fumador. O que está doente incomoda aquele que ainda é saudável. O que quer ouvir música é um estorvo para o que prefere o silêncio.
Os homens vivem perto uns dos outros, mas são sós. É uma estranha vizinhança. Como já não amam, tentam prolongar a união - talvez por hábito, talvez por medo, talvez por interesses - sem aquilo que tinha sido a causa da união. Mas o convívio motivado por motivos desse género não pode subsistir. Não tem consistência nem alma. Não consegue passar de aparência de convívio.
Usaram-se direitos e leis para tentar manter aquilo que não pode ser mantido apenas dessa forma. Para permitir que vários egoísmos se desenvolvessem lado a lado. Em muitos aspectos, a nossa sociedade ocidental faz lembrar um quase-cadáver mantido por uma máquina que lhe faz artificialmente a respiração. Que lhe mantém funções que ele já não é capaz de realizar por si mesmo. Falta muito pouco para que aquele corpo comece a desagregar-se, porque já não tem alma.
Só o amor pode manter aquilo que deve a existência ao amor. E o amor não tem nada a ver com direitos. Leva a não pensar em si mesmo, ao sacrifício saboroso pelo outro, a esquecer os próprios interesses.
O amor pede apenas o direito de não ter direitos. Quer perder-se no outro, morrer dando vida, gastar-se iluminando e aquecendo. Troca-se de bom grado por um sorriso feliz de quem ama.
O amor faz pelo outro muito mais do que aquilo que as leis dos homens lhe dão direito a receber. Faz muito mais que a justiça. É uma lei maior, que não está gravada em papéis, mas nos corações.
Não terás necessidade de pensar no que te faz falta, se viveres rodeado por pessoas que resolveram tornar-te feliz. Assim, terás mais facilidade para, pelo teu lado, pensares no bem dos outros. Se tiveres à tua volta pessoas que só pensam em si mesmas e nos seus interesses egoístas, terás de erguer os teus direitos como uma muralha que te defenda.
Mete-te na vida dos outros. E mete a vida dos outros na tua vida. É claro que devemos fazer isso, porque a vida deles é a nossa vida. Se as alegrias dos outros não forem as nossas grandes alegrias, nunca teremos verdadeiramente alegria. Se as dores dos outros não forem dores nossas, teremos dores muito piores.
Eu sei: tens medo de que não te retribuam; achas que se pensares nos outros eles não pensarão em ti; que poderás ficar diminuído por seres sempre tu a ceder... Mas quem foi que te disse que o amor era um negócio? Onde aprendeste que era uma actividade centrada em ti mesmo, destinada a dar-te satisfação? O amor é um mau negócio: é, como escreveu Camões num soneto lindíssimo, "cuidar que se ganha em se perder". É uma loucura que leva a acreditar que enriquecemos quando nos damos; que só somos nós mesmos quando não queremos saber de nós.
E, descansa, nenhum outro comportamento é tão contagioso.
PAULO GERALDO
Wednesday, October 17, 2007

Hoje e sempre...
é importante que pensemos neles.
Hoje e sempre...
é necessário que
falemos deles.
Hoje e sempre...
é urgente que não os esqueçamos.
Hoje e sempre ...
é fundamental que cada um de nós dê um pouco do que tem, a quem mais precisa.
Porque...
" Só engrandecemos o nosso direito à vida cumprindo o nosso dever de cidadãos do mundo."
Mohandas Gandhi
"A igualdade pode ser um direito, mas não há poder sobre a Terra capaz de a tornar uma realidade."
Honoré de Balzac
MARA

